segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Estórias das Gerais

Aqui não tenho a intenção de escrever um diário de viagem. Vou por minhas impressões sobre a cidade de Belo Horizonte e as cidades históricas de Congonhas e Sabará.
O centro de Belo Horizonte tem quase os mesmos problemas de Fortaleza com o trânsito. Mas as ruas são bem mais largas e bem melhor sinalizadas. A cidade é um sobe e desce constantes. Em volta sempre colinas e morros. Subindo suas encostas, bairros e mais bairros. Em comparação, Fortaleza parece uma cidade completamente plana.

Congonha é um sobe de desce estonteantes. Mas chegando lá em cima na Igreja Bom Jesus de Matosinho ficar perto das famosas obras dos apóstolos de Aleijadinho é muito gratificante. Almoçar no hotel/restaurante Cova de Daniel é certeza de comida gostosa e farta. Uma colega nossa, que viaja sozinha, pediu um prato para uma pessoa, mas mesmo assim veio comida como se fosse para três, se a mesma fosse servida em Fortaleza.

Sabará, bem mais antiga, de um passado bem mais rico, particulamente não me deixou uma imagem dessa outrora cidade do ouro. O Rio das Velhas junto com o Rio Sabará não são mais o mesmo. Só resta um estreito córrego.

A Gruta de Maquiné é uma maravilha. A cidade de Cordisburgo onde encontra-se a gruta também é muito aconchegante. Almoçamos no único restaurente fora da gruta, onde Já almoçaram Roberto Carlos, o ex-presidente Juscelino, e alguns outros famosos. Depois descobri que o Rei gravou uma cena do seu filme O Diamente cor de Rosa na Gruta de Maquiné. Assim como cenas da novela A Viagem.

Também em Cordisburgo (junção da palavra latina Cordis - coração - e Burgo - cidade), cidade natal de Guimarães Rosa,conhecemos sua casa que abriga um pequeno museu com objetos pessoais.

Amanhã temos Ouro Preto. Imperdível!

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