Por Hamilton Sobreira
Advogado
Será que temos realmente o chamado livre arbítrio?
Quando falo nessa palavra pensamos logo em algo ligado a religião, embora me agrade esses temas, embora não obrigatoriamente um religioso, aqui não será o foco.
Quem escolhe nossas roupas? Nossos adereços? Nossas escolas? Forma de pensar?
Ah, quantos políticos você colocou no poder? O impeachment fomos nós, os caras-pintadas da década de 90, que realizamos? Você tem certeza disso?
Não é meu interesse adentrar em teorias da conspiração, apenas pensar e repensar, mas não deixe que eu pense por vocês.
Porque tal roupa está na moda? E o pior, porque que temos que estar na moda?
A religião e o time que torço foram impostos pela maioria, ou se foi pela minoria foi só para ser "do contra"...
No caso do Brasil, observamos movimentos sociais e políticos e por trás da Mão invisível nos conduz a escolhas muitas vezes insanas, lembro da frase: a mão que balança o berço é a mesma que apedreja. Paralelamente com a eleição de Collor, eleito por maioria e impedido por maioria. E o pior, não se encontrou um eleitor do Homem após o Impeachment.
Puxando o lado para a sardinha dos advogados, bom lembrar que nesta semana estamos às portas da escolha do próximo Ministro do STF, quem o escolherá, e quem será? Especulações não faltam, competições, escândalos reprimidos para serem soltos no momento certo.
Quem fará as escolhas do presidente? Que compromissos o levarão a escolher tal ou qual nome?
Quem escolhe o que? CONSEGUIR A LIBERDADE SIGNIFICA APENAS AUMENTAR O TAMANHO DA CORDA.
Ah, Brasil... Temos tantas diferenças e somos tão semelhantes... Pense por mim, é mais fácil. Não quero pensar porque corro o grande risco de ter que assumir que o erro foi meu.
Seguindo a postagem anterior deixo uma música chamada: Unimultiplicidade, cantada por Ana Carolina:
Neste Brasil corrupção
Pontapé bundão Puto saco de mau cheiro
Do acre ao rio de janeiro
Neste país de manda-chuvas
Cheio de mãos e luvas
Tem sempre alguém se dando bem
De são paulo a belém
Pego meu violão de guerra
Pra responder essa sujeira
E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
Não tenho nada na cabeça
A não ser o céu
Não tenho nada por sapato
A não ser o passo
Neste país de pouca renda
Senhoras costurando
Pela injustiça vão rezando
Da bahia ao espírito santo
Brasília tem suas estradas
Mas eu navego é noutras águas
E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade

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