segunda-feira, 29 de novembro de 2010

E quando eu morrer?

Por Hamilton Sobreira

Advogado

 

Eis a única certeza, é que ela chega mais cedo ou mais tarde, ela chega...

 

Muitos se preocupam com a forma como vão morrer, se dolorosa, se tranqüila, se afogado ou queimado... – não, estas duas últimas, não. Devem doer demais; ora, mas depois que morre a dor passa; suponho!

 

Mas e aí, para onde eu vou? Fica tudo escuro? Fica tudo claro? Ou será nesta dimensão da morte que o "Nada" existe?

 

Católicos já tentaram explicar. Muçulmanos, espíritas, judeus, chineses, budistas, e até corinthianos já tentaram explicar.

 

Teorias é que não faltam. Medo da morte? Ou será medo do desconhecido?

 

Vou pro céu ou pro inferno? Será que a frase do ilustre deputado aqui funciona: "Pior do que tá não fica"? E se ficar?

 

Como pode a única certeza que temos ser a maior dúvida, até nisso há contradição!!!

 

Quando há supostas manifestações de pessoas que já partiram, seja: Vangog, Michelangelo e etc., percebam que todos falam português; é como extraterrestre em filme americano, todos falam inglês.

 

Não, não se preocupem não tirarei a dúvida de todos nós, não tenho essa pretensão: o interessante da vida seja lá o que ela for é a surpresa. Quando se diz que a vida é uma caixinha de surpresas quer dizer na verdade, que a morte é, literalmente, um CAIXÃO de incertezas.

0 comentários:

 
;