quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A Arte da Prudência

Por Hamilton Sobreira

Advogado

 

23. Não ter nenhuma imperfeição. "Poucos são os que vivem sem alguma falha moral ou defeito natural, ao qual se entregam quando seria fácil deles se livrar. A prudência alheia vê com pesar um talento sublime, universal, obscurecido por um pequeno defeito: uma única nuvem eclipsa o Sol. Os defeitos são máculas no rosto da reputação, e a malevolência as percebe rapidamente. Requer uma grande habilidade transformá-las em brilhos. Desta maneira César soube laurear seu defeito."

 

Há quem camufle seus defeitos melhor do que exaltam suas qualidades.

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