Ah, sempre temos na memória dias inesquecíveis de outrora, onde a vida era mais simples e mais vivida; onde aproveitávamos o tempo que discorria tranquilo... e no tempo exato para prestarmos atenção em coisas mais sutis. No tempo em que o seu Antonio, morador do Campo de Aviação, atravessava a BR 13 - hoje denominada BR 116 -, antiga estrada que dava acesso à entrada de Fortaleza para quem vinha pelo sul do estado.
Atravessava em passos rápidos e firmes para ir ao comércio do seu Ferreira, que distava poucos metros no outro lado da referida via. Chegava alegre e com seu habitual bom humor; pedia ao seu Ferreira que esse fizesse com que seu dia se tornasse mais alegre e feliz do que já era. De pronto, seu Ferreira, ágil no fazer diário e de longos vinte anos de profissão, empurra um copo e uma garrafa aberta para seu Antonio, e lhe faz a seguinte indagação:
-Já vais começar a semana bem, hein seu Antonio!?
Seu Antonio pega o copo e a garrafa, vira o rótulo da mesma para ver em qual alambique ela tem sua origem, então lhe responde:
-Bem!, não seu Ferreira, com Chave-de-Ouro!
Atravessava em passos rápidos e firmes para ir ao comércio do seu Ferreira, que distava poucos metros no outro lado da referida via. Chegava alegre e com seu habitual bom humor; pedia ao seu Ferreira que esse fizesse com que seu dia se tornasse mais alegre e feliz do que já era. De pronto, seu Ferreira, ágil no fazer diário e de longos vinte anos de profissão, empurra um copo e uma garrafa aberta para seu Antonio, e lhe faz a seguinte indagação:
-Já vais começar a semana bem, hein seu Antonio!?
Seu Antonio pega o copo e a garrafa, vira o rótulo da mesma para ver em qual alambique ela tem sua origem, então lhe responde:
-Bem!, não seu Ferreira, com Chave-de-Ouro!

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